quarta-feira, janeiro 20, 2010
segunda-feira, outubro 05, 2009
A Coruña / Cruña / Qurunna / Crunna / Crunia
O PP contente porque fortalece así a súa estratexia reaccionaria, revisionista e revanchista, deconstrutora da Autonomía, da ditadura e dos últimos 525 anos, e chanta unha bomba de reloxaría que divide aos antigos parceiros no bipartito. Carlos Negreira porque oculta así os desmáns cometidos na obra de Punta Lagosteira durante o seu paso por Portos de Galicia, intentando agochar de paso a ligazón existente entre os pecados Pérez Varela e os de Núñez Feijóo, pasando polos do bipartito. Mariano Rajoy porque así excusa dar explicacións sobre as raigames galegas do caso Gürtel e Rafael Louzán pode seguir a montar así congresiños de Galicia Bilingüe. E en definitiva a derechona “de toda la vida” porque poden así fachendear, elevando sen rubor a voz nas tabernas, repetindo en forma de eucaristía as máis baixas mentiras e emporcando calquera espazo público de debate político serio e sosegado. La Voz de Galicia así, na súa salsa, non vaia ser o demo que non volvan reunir os 100.000 fillos de Santiago."
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quinta-feira, setembro 24, 2009
Sobrevivir en gallego
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sábado, julho 25, 2009
Reflessóns do dia da Pátria
Hoxe, dia da Pátria galega, vim e sentim cousas na manifa que me fixerom pensar que o nacionalismo que propom o BNG e boa parte das suas bases aceptam defende isso. Pra mim uma Quintana (parcialmente) chea que aplaude muito mais à delegaçom do PNV cá de Nafarroa Bai ou Aralar manifesta a auséncia dum partido nacionalista de direitas, com obxectivos eminentemente econômicos, que se poida entender à perfeçom co dito PNV e com CiU. A minha inxénua mente di-me que muitos votantes 'galeguistas' do PP apoiariam um partido así, o que levaria à direita espanholista ao lugar que lhe corresponde numa naçom histórica como é Galiza. E, chegado esse suposto, por fim muita xente poderia votar a uma agrupaçom política nacionalista, socialista e de esquerdas e nom votariam ao BNG porque nom há nada melhor. Mas claro, esses som muitos supostos e nom sei se chegaremos a ver isso.
Em todo caso, as minhas reflessóns neste dia da Pátria poderiam-se resumir numa ideia xeral: na Galiza nom é só a língua a que nom está normalizada; a vida (pelo menos a política) tamém nom está normalizada. Se nom, que me expliquem por que o BNG está necessitado de apoio social (foi a petiçom na que mais énfase puxo Guillerme Vázquez), por que este ano se escuitarom mais gritos de "BNG" (sobre todo pra calar algums de "independência") e menos de "Galiza ceibe" ou por que a manifa do 25 de xulho nom se normaliza finalmente e os "indepes" vam coa alternativa. Mas nom, o BNG recebe votos independentistas incômodos e co voto nom se xoga, que implica poder.
Cal é o proxecto político do novo BNG? Os apoios de que sectores sociais pide a nova dirixéncia? Que capital político lhe queda pra exixir as suas demandas se cada nova eleçom leva à perda de mais votantes? É provável que haxa nacionalismos diversos na Galiza, pelo menos numa naçom normalizada deveria ser así, mas só haverá um BNG, que tem que ser reinventado e repensado. Mentres, seguiremos esperando.

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sexta-feira, junho 05, 2009
Wilco em Compostela. Confirmando sospeitas
Foto via a Wikipedia.
Falar do concerto da segunda-feira a xa ums dias de distancia fai-me ver as cousas com mais claridade. Ao tratar-se dum grupo coma Wilco, admirado e reconhecido nom só pelos seus seareiros, senom tamém pela crítica, entendo que haxa xente que nom goste muito da entronizaçom desta banda, sobre todo cando xa parece invatível no seu posto coma grupo de rock (rock de raices, pois) da década. Despois de todo, em gostos rompem-se xéneros, nom é? Así que o que pretendo nom é outra cousa mais que falar da minha experiência persoal, a dum seareiro de Wilco, sem médias tintas.
Sabedes bem que o público galego me parece duma frialdade astronômica e xa ums cantos concertos nestas terras me derom a raçom (coas contadas excepçóns de CocoRosie, Rufus Wainwright ou Micah P. Hinson), así que pra mim foi uma sorpresa enorme ver a resposta dum nom completamente cheo Paço de Congressos, bem entregado, malia o demasiado que tardou Jeff Tweedy em “permitir” aos assistentes levantar-nos dos nossos assentos.
Musicalmente, o grupo foi intachável e demonstrarom uma vez mais que som ums profissionais da música ao que axudou tamém a excelente acústica do Paço, ainda que as cadeiras sobraram. Tweedy evidenciou tamém o seu sentido do humor e a sua retranca surenha, metendo-se com todo deus, ainda que sempre agradecido pela calor e os piropos do público (“apista” foi o mais celebrado, algo que só entenderedes os que estivestes alí).
Persoalmente, foi um desses concertos que quedam na retina e nos oidos por muito tempo, pelo musical, pelo muito que puidem berrar (e boa falta que me fazia), pela atitude do público e mais dos artistas (ter o respeito de dar um concerto que pelo menos chegue às duas horas parecera um grande sacrifício atualmente), pelo que passou antes do concerto (incluído um encontro com Pat Sansone: sinxelo e baixinho, case incrível o que medra na escena), durante (Mikael Jorgensen cuma coroa de luces vermelhas foi o punto friqui da noite) e depois, ainda que uma rolda de birras nom teriam estado de mais.
Passei, ademais, um concerto sem câmara, case sem móvel (bateria moribunda), ainda que deu o xusto como pra capturar um intento de setlist que tedes aquí e co que fixem uma lista de reproduçom no Spotify, a quem lhe interesse e tenha xa acceso a este programa.
Em resumo, pois, que os € 28 melhor invertidos em muitíssimo tempo.
Wilco em Compostela (1 de xunho de 2009).
1. Wilco (The Song) (21:20)
2. I Am Trying to Break your Heart
3. ???
4. Shot in the Arm
5. Side with the Seeds
6. Handshake Durgs !!!
7. ???
8. You Are my Face
9. ???
10. Jesus, etc.
11. Impossible Germany !!!
12. The late Greats !!!
13. You never Know
14. Hate it here
15. Walken
16. ???
17. Hummingbird
Pausa (22:40)
18. Misunderstood !!!
19. Poor Places
20. Spiders (Kidsmoke) !!!
Pausa (23:05)
21. Happy now
22. ??? !!!
23. ??? !!! (23:25)
Entre as cançóns que nom apuntei sei que estiverom estas:
War on War
Heavy Metal Drummer
Shake it Off
At least that’s what You Said
A orde proposta na lista de reproduçom pra estas últimas nom tem valor em absoluto e lembrade que o novo disco ainda nom saiu à venda, co cal essas cançóns faltam, evidentemente. Se alguem se anima a completar a lista, bem-vindo sexa.
Actualizaçom: Ascárida tem muito melhor memória ca mim. Xa actualizarei a lista de reproducom, que ademais venhem de pór o novo disco no Spotify.
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A Coruña-La Coruña: La "serpiente" cainita sigue viva
El ex alcalde Francisco Vázquez, nacionalista radical, cultivó con mimo una serie de falacias para defender que el topónimo oficial de la ciudad fuera el castellano o, alternativamente, dual; apelando incluso a que la mayoría relativa de la población utiliza, en efecto, el término La Coruña, en tanto que otros emplean A Coruña o Coruña a secas, e incluso hay quienes utilizamos A Coruña, Coruña y La Coruña, recurriendo a uno u otro vocablo en función casi siempre de la lengua en la que hablemos --personalmente, no obstante, siempre escribo A Coruña por respeto a la cultura (en este caso la gallega), a la ciudad y a Galicia. [...]"
Seguir lendo (via Im-Pulso).
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domingo, maio 17, 2009
Dia das Letras Galegas 2009
Começa xa, loxicamente, a guerra nos médios: Vieiros, Soitu, A nosa terra (via Chuza), Correo Gallego, e demais que prefiro nom enlaçar.
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quarta-feira, abril 08, 2009
Hitler na defensa do espanholismo
A xente tem muito tempo livre, e eu escaralho-me.
Via Sempre en Galiza
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terça-feira, março 10, 2009
Eleçóns (e IV)
Despois duma campanha eleitoral chea de lixo por parte do PP, quedou em evidência que o bipartito nom soubo estar à altura numas eleçóns muito difíciles, quizais pecariam de otimistas, ou de inxênuos, mas os problemas para o PSG e o BNG venhem de lonxe, algo que a sociedade castigou coa perda de mais de 100,000 votos. Pode-se dizer que o grande perdedor do 1º de março foi o BNG ao ser a única força política que perdeu um escanho no parlamento galego (insisto: as eleçóns rematarom onte co reconto do voto do exterior e, como era de se esperar, o PSG recuperou o escanho que estava em poder do PP em Ourense -1, 2-), o que permitiu a volta ao poder do PP, mas a perda de apoio social, sobre todo no mundo urbano, é evidente pra os dous partidos membros do governo sainte e, se bem no PSG xa houvo repercussóns coa saida de Tourinho, dá a impressom de que Quintana pretende fazer oidos xordos às críticas que se escoitam xa dende o mesmo BNG, lóxicas ao evidenciar que os dirixentes se afastam cada vez mais das bases (começando coa desapariçom do sistema assembleiario, impulsada por Quintana). Os socialistas tenhem os seus problemas e teram que solucionar-os, mas o nacionalismo galego deve fazer também um exercício de reflessom porque é um rotundo fracasso voltar à oposiçom tres anos e médio depois de chegar ao governo.
Seguramente 2004 foi um ano especial, onde o Prestige, muitos anos de fraguismo e outros factores fixerom pensar que o câmbio no poder era indispensável, mas a realidade é que Galiza é um pais de direitas, como demonstrou o resultado eleitoral, e a esquerda deve trabalhar muito pra trocar este panorama. E para isto, as oportunidades de melhorar Galiza dende o poder, cando se pode fazer, som fundamentais e o bipartito nom soubo aproveitar esta oportunidade nesta lexislatura. A brutal perda de votos deixa-o em evidência: o governo do PSG e do BNG nom gustou a ninguém, nem sequera às bases sociais desses partidos.
E o câmbio deve ser feito, nom se pode pensar que a chegada duma nova xeraçom trocará todo por arte de máxia. A importante participaçom nas eleçóns (nom histórica, como se dixo, porque daquela ainda nom se considerara a baixa votaçom do eleitorado no exterior, 10% do censo galego), sobre todo nas grandes cidades onde o PP ganhou sem dúvida, deixa patente que a xuventude segue a confiar mais na direita espanholista que no centro-esquerda que estivo no poder. Rematou uma etapa: chega o momento da reflessom e o BNG nom deve negar a evidência: o caminho que escolheu a sua cúpula nom gusta a ninguem.
E em canto às eleçóns em Euskadi, nom tenho muito que dizer, xa que é tam complexa a política alá, que nom é doado conhecer-a no fondo. Só há algo evidente:

Via: Manel Fontdevila.
13 de Março: Nom paga a pena fazer um novo post sobre as eleçóns, que o tema está muito tratado xa, mas penso que si paga a pena matiçar algumas cousas:
Finalmente, a suma de votos do bipartito superou aos acadados pelo PP, ainda que iso nom quita que a perda de votos fora maiúscula pra o PSG e o BNG. Lei d'Hont mediante, todo segue igual. O PSG assumirá o que lhe toque e o BNG terá que fazer o propio (1, 2). E mentres, a sociedade no seu conxunto, tem ainda muito por reflessionar (1, 2).
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sábado, fevereiro 28, 2009
Eleçóns (III)
- 1) Proxeçom de escanos analizando as enquisas feitas sobre os comícios na Galiza, segundo Calidonia, onde se fixo um seguemento muito sério da estimaçom de voto ao longo das últimas semanas.
- 2) Última reflessom de Escolar, um dia antes das eleçóns.
- 3) Ainda nom estás convencido de ir votar manhá? Galicia profunda dá-che motivos de peso pra ires.
Manhá conheceremos os resultados destas eleçóns, porcas como non vira há muito tempo. Como em calquera cousa, estarei a desexar o melhor mas a esperar o peor.

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quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Eleçóns (II)
Desexo-vos a todos umas muito boas eleçóns, desexo-lhe a Galiza um governo que faga o melhor por nós e desexo, persoalmente, que a intelixéncia sexa mais forte có maldito costume e a decídia, tam normal, por desgraça, no mundo actual. Aquí podedes seguir os resultados, como xa é tradiçom. Alá imos, pois.
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sábado, fevereiro 21, 2009
Eleçóns
Parece contraditório, pelo tanto, que me alegre de nom poder votar nestas eleçóns, mas coido que bem poderia ser o momento no que o troco comece a chegar a estas terras e nom sei se seria quem de apostar por el completamente ou esperar a que sexa mais patente. Explico-me. No meu horizonte político, o PP é a direita radical, o PSOE é um partido de centro que tende à direita e o BNG é de centro-esquerda. Os nacionalistas contam com xente muito valiosa e defendem posiçóns coas que estou de acordo, mas a política do dia a dia é continuísta e o seu líder atual, Anxo Quintana, procura sem esconder-o o voto duma hipotética direita nacionalista. Cre que a melhor aposta pra aumentar as suas opçóns é converter-se num CiU ou um PNV galego. Nom estou de acordo com essa aposta, mas penso que, pelo momento, o BNG pode defender algúms dos postulados que eu defenderia também. Mas, o troco estará tam lonxe como pra seguir apostando por eles? Ou quizais seria hora de arriscar-se e apoiar à FPG, uma verdadeira esquerda nacionalista? Claro, sem possibilidades de entrarem no parlamento, mas alí radica o risco, a vissom de futuro. E o sonho de ver a Ferrín no parlamento seria muito tentador, ainda que só fora um sonho.
Eu que sei, sempre fum covarde pra ir na vanguarda. Que tranquilidade cando nom se tomam deciçóns. Será por isso que a xente nom vota. Será por isso.

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sexta-feira, janeiro 23, 2009
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Campanha viral do BNG
Com spots así, a viralidade da rede nom vai tardar em fazer toda a campanha do BNG em internet.
Via andresmilleiro
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sábado, janeiro 10, 2009
Neva em Compostela
E si, sei que nom e muita cousa esta nevada, mas nom deixa de ser fermoso ver à cidade cuberta de branco, ainda que só sexa por poucas horas.
E xa que ia (e vai) tanto frio, agradeço que pelo menos Compostela e os redores se vistam de branco neste inverno no que, por certo, o frio se estende masivamente por toda Europa.
E, por último, fotos de há dous anos, daquela foi de noite, co cal a saida baixo as folerpas foi muito mais sacrificada co frio que ia. E de todos os xeitos, a zona velha estava chea. O que fai a neve.
Catedral
Obradoiro
Praterias
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domingo, dezembro 14, 2008
FAQ do reintegracionismo
Que é o reintegracionismo?
Desapareceriam palavras galegas se este triunfasse?
Escrever em reintegrado é muito difícil... (que vos vou dizer ao respeito...)
Pra que caralhos serve, logo?
Todas as perguntas que tinhas e nunca te atreviches a fazer sobre o reintegracionismo aparecem num pequeno documento publicado há pouco temo por a Gentalha do Pichel. Muitas coisas som muito básicas, mas pra empeçar neste mundo, nom vem nada mal.
De todos os xeitos, ainda queda muito por fazer em canto aos recursos em rede pra um bo emprego do reintegracionismo. Haverá que trabalharmos para acadar-o.
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domingo, novembro 16, 2008
domingo, julho 27, 2008
Caetano Veloso

Seguramente um dos melhores xeitos de pasar um luscofusco em Compostela é acompanhado de Caetano Veloso, mestre da voz brasileira e um dos maiores cultivadores da tradiçom musical em língua portuguesa. A sinxeleza da sua persoa e o achegamento ao público conquistou axinha aos muitos asistentes à Quintana que a segunda feira anterior se reunirom num dos concertos que deu comezo aos festexos polo Dia da Patria, celebrado a sexta feira pasada.
Só hora e média foi muito pouco pra saborear a riqueza das cançóns do baiano, mas ainda así a humanidade e a graça de Caetano queda em evidencia tras a primeira nota que sae da sua gorxa.
Em resumo, xeito ideal de fechar a tempada de concertos em Compostela (que pra min o ano remata em xulho, nom em dezembro), sendo este o primeiro ano nestas terras que nom vou a um festival grande como o FIB ou o Summercase (1 e 2). Com Rufus, CocoRosie, Micah e Caetano quedo muito mais que satisfeito.
Nova en El País, vía Chuza!
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terça-feira, junho 24, 2008
Feliz Santo Xoam

Dia de festa, cacharelas, sardinhas, chourizos e o que xurda por diante (alguma dúbida?).
Día de fiesta, hogueras, sardinas, chorizos y lo que surja frente a nosotros (¿alguna duda?).
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Afám bibliotecário compostela, galiza, xente
domingo, maio 18, 2008
Festa da língua

Foto de GZnacion.com
Por uma vez que nos podemos sentirmos orgulhosos da Galiza e da sua xente, nom podia deixar de fazer um post sobre a festa da língua que foi a manifestaçom polo direito de vivirmos em galego convocada pola MESA pola normalizaçom lingüística e é que a coisa foi um rotundo éxito. Fala-se duma asisténcia de 25 mil persoas (pensade que em Compostela vivimos ao redor de 100 mil, um pouquinho mais, e no pais menos de tres milhóns, polo que a asisténcia foi importante) e sumade-lhe a iso que a xornada foi negra e chea de chóiva. Nembargante, o melhor de todo nom foi o número de asistentes, senom duas coisas das que quero falar.
Para empezar, a maioria forom moços ou mesmo crianzas. Com dizer-vos que as cartases da cabeza da marcha forom levadas por crianzas muito novinhas. Isto fala bem do futuro da língua galega e do interese da sociedade que vem medrando pola mesma. O segundo aspecto é que à manifa foi, literalmente, todo deus. Convocada por uma entidade de goberno e ilacionista, iso nom lhe quitou ánimos à xente mais ou menos radical co tema lingüístico. Vim xente que é castelanfalante de toda a vida, vim xente que se sentia muito incómoda com consignas como "por espanholis nunca pasaremos", vim colectivos culturais e vencelhados coa educaçom, vim agrupaçóns políticas de muitas cores (alí Galiza Nova berrando coma sempre), vim colectivos reintegracionistas e, dende logo, independentistas. Em fim, xente que o único que tem em común é o respecto polo galego fronte à intoleráncia da xente manipulada por Galicia bilingüe. E o melhor de todo, agora mesmo, muitas horas despois do remate da manifa, Compostela é ainda uma festa na rua: agora mesmo escoito música, xente berrando e coches co claxon. Será que andamos envalentonados despois da manifa. Em fim, nom vos sei.
Nova: 1, 2, 3, 4, 5.
Por una vez que nos podemos sentir orgullosos de Galiza y de su gente, no podía dejar de hacer un post sobre la fiesta de la lengua que fue la manifestación por el derecho de vivir en gallego convocada por la MESA por la normalización lingüística y es que la cosa fue un rotundo éxito. Háblase de una asistencia de 25 mil personas (piensen que en Compostela vivimos al rededor de 100 mil, un poco más, y en el país menos de tres millones, por lo que la asistencia fue importante) y sumen a eso que la jornada fue negra y llena de lluvia. Sin embargo, lo mejor de todo no fue el número de asistentes, sino dos cosas de las que quiero hablar.
Para empezar, la mayoría fueron jóvenes o incluso niños. Con decirles que los carteles de la cabeza de la marcha fueron llevados por niños muy pequeños. Esto habla bien del futuro de la lengua gallega y del interés de la sociedad que viene creciendo por la misma. El segundo aspecto es que a la manifestación fue, literalmente, todo mundo. Convocada por una entidad de gobierno e ilacionista, eso no le quitó ánimos a gente más o menos radical con el tema lingüístico. Vi gente que es castellanohablante de toda la vida, vi gente que se sentía muy incómoda con consignas como "por espanholis nunca pasaremos", vi colectivos culturales y relacionados con la educación, vi agrupaciones políticas de muchos colores (allí Galiza Nova gritando como siempre), vi colectivos reintegracionistas y, desde luego, independentistas. En fin, gente que lo único que tiene en común es el respeto por el gallego frente a la intolerancia de la gente manipulada por Galicia bilingüe. Y lo mejor de todo, ahora mismo, muchas horas después del fin de la manifestación, Compostela es todavía una fiesta en la calle: ahora mismo escucho música, gente gritando y coches con el claxon. Será que andamos envalentonados después de la manifestación. En fin, yo qué sé.
Noticias: 1, 2, 3, 4, 5.



